sábado, 9 de junho de 2012

Lição 11 Levando informação à igreja - 9 a 16 de junho




Sábado à tarde
Ano Bíblico: Jó 22–24

VERSO PARA MEMORIZAR: “Voltaram os apóstolos à presença de Jesus e Lhe relataram tudo quanto haviam feito e ensinado” (Mc 6:30).

Leituras da semana: At 4:1-3121:19-251Co 9:19-23Nm 13:17-33At 11:1-18

Pensamento-chave: Como um relatório dos esforços missionários da igreja primitiva, o livro de Atos está cheio de lições para nós.

O incrível crescimento da igreja primitiva tem levado muitos a estudar o livro de Atos. Consequentemente, à luz desse livro, foram examinadas muitas áreas da vida da igreja, como crescimento de igreja, missões estrangeiras, administração da igreja e evangelismo. Embora muita coisa tenha sido extraída de Atos sobre esses temas, existem outros aspectos, como a apresentação de relatórios, que não receberam a atenção que merecem.

A base dos relatórios no livro de Atos são os relatórios dos evangelhos. Evidentemente, essa importante atividade da igreja tem um impacto significativo sobre o sucesso do testemunho e do evangelismo. A razão é muito simples: precisamos saber o que está acontecendo, e o que funciona ou não.


Nesta semana, examinaremos como os primeiros evangelistas apresentaram relatórios aos seus líderes e para a igreja como um todo. O objetivo é compreender a importância de relatar e ver em que ponto isso pode melhorar as estratégias de testemunho e evangelismo de uma igreja local.


Domingo
Ano Bíblico: Jó 25–28


Um princípio bíblico


Quando alguém menciona relatórios, você pode imaginar muitas folhas de papel cheias de fatos e estatísticas que provavelmente farão pouco mais do que acumular poeira. Entretanto, os relatórios não são uma invenção moderna projetada para frustrar os envolvidos no testemunho e evangelismo. Relatórios são um princípio bíblico. Como revela o Verso Para Memorizar para esta semana, quando os discípulos voltaram de uma viagem missionária, relataram a Jesus tudo que tinham feito e ensinado. Essa parece ser uma parte central da obra do evangelho.

Embora não possamos apontar um texto bíblico específico que diga: “Você deve relatar porque...”, há ampla evidência de que os relatórios eram importantes tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Relatar é uma atividade que faz parte de uma cadeia de eventos, ou seja: alguém prepara um relatório, alguém recebe o relatório, o relatório é avaliado, então decisões são tomadas e ações são planejadas em resposta ao que foi relatado.


1. Que relatório Pedro e João apresentaram aos irmãos? O que a igreja foi impelida a fazer por causa desse relatório? Que lições aprendemos com esse episódio? At 4:1-31

Considere que, sem jornais, rádio ou televisão por satélite, a palavra falada era a principal forma de espalhar a boa notícia sobre Jesus. Se esses cristãos primitivos cedessem às ameaças feitas contra eles, sua influência em favor de Deus teria sido seriamente prejudicada. Eles se reuniam, ouviam os relatos, e então escolhiam uma estratégia que lhes permitisse ser fiéis à sua vocação evangelística.

No centro de tudo, é claro, estavam a oração e a leitura das Escrituras. Se não encontrarmos nada mais nessa história, podemos ver a importância que eles davam à oração e à confiança na Palavra de Deus. Não deve ser diferente para nós hoje.


Embora não tenhamos os detalhes do que eles planejavam, o verso 29 mostra que, apesar das ameaças recebidas, eles continuvam a falar sobre Jesus.


As Escrituras foram citadas diante dos líderes de Israel e dos outros cristãos judeus, mostrando que elas eram essenciais para sua fé e seu testemunho. As Escrituras são importantes e essenciais em sua vida? (para responder pense na seguinte pergunta: Quanto tempo passo com as Escrituras a cada dia?)


Segunda
Ano Bíblico: Jó 29–31


“O que Deus tem feito”


Constantemente somos lembrados de que, em quase todas áreas da vida, a comunicação eficaz é a chave para a compreensão e a harmonia. Ao considerarmos a família da igreja, vemos que relatar as atividades e seus resultados é uma parte vital da comunicação interna. Em muitas igrejas há muita atividade, mas apenas os envolvidos em cada ministério sabem o que acontece ali. Devido a isso, há um sentimento correspondente entre os que lideram os ministérios que não têm muita relação com o que eles estão fazendo. Esses sentimentos não são surpreendentes se os líderes nunca compartilham seus objetivos e estratégias com a igreja e nunca relatam suas atividades e resultados.

2. Qual foi a reação da igreja quando ouviu o relatório de Paulo? Em meio ao bom relatório havia indícios de divisão entre os cristãos. Qual era a causa do problema, como Paulo reagiu e que lições existem para nós? At 21:19-251Co 9:19-23

Voltando a Jerusalém de uma viagem missionária, Paulo relatou a Tiago e a todos os anciãos a maneira pela qual Deus havia abençoado seu ministério entre os gentios. Quando Paulo relatou cada um dos muitos avanços do evangelho, os líderes da igreja responderam com um espontâneo e genuíno louvor a Deus.

No entanto, havia evidência de divisão e confusão, mesmo em meio às boas notícias do testemunho de Paulo.


“Muitos dos judeus que haviam aceitado o evangelho acariciavam ainda certo respeito pela lei cerimonial, e estavam demasiadamente dispostos a fazer desavisadas concessões, esperando assim ganhar a confiança de seus concidadãos, remover seus preconceitos e ganhá-los para a fé em Cristo como o redentor do mundo. Paulo compreendeu que, por todo o tempo em que muitos dos principais membros da igreja em Jerusalém continuassem a manter o preconceito contra ele, procurariam constantemente prejudicar sua influência. Acreditava que, se por alguma concessão razoável pudesse ganhá-los para a verdade, removeria um grande obstáculo ao êxito do evangelho em outros lugares. Não se achava, porém, autorizado por Deus para ceder tanto quanto pediam” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 405).


Hoje também lutamos com a divisão entre nós com relação à melhor forma de alcançar as pessoas. Quais são as lutas enfrentadas em sua igreja? Como você pode ajudar a resolver essas questões?

Terça
Ano Bíblico: Jó 32–34

A importância de relatar


Aimportância de relatar as atividades de evangelismo e testemunho e seus resultados nem sempre foi percebida e, consequentemente, nem sempre isso foi realizado. Em todas as áreas da nossa atual vida agitada, a importância é colocada sobre as coisas em proporção ao seu valor percebido. Coisas vistas como desperdício de tempo e esforço geralmente não recebem muito do nosso tempo e atenção. Portanto, a importância de relatar precisa ser demonstrada. Ou seja, os membros da igreja precisam perceber o que pode ser alcançado por meio das avaliações dos relatórios.

Existe diferença entre simplesmente relatar fatos frios e duros e compartilhar as atividades que esses fatos representam como uma parte bem-sucedida dos esforços da igreja para alcançar pessoas para Cristo. Os que apresentam os relatórios têm a responsabilidade de assegurar que seus relatos comuniquem o entusiasmo e a alegria do sucesso que surge do envolvimento no ministério destacado no relatório.


3. Se removêssemos todos os relatórios de atividades evangelísticas do livro de Atos, que informações emocionantes e encorajadoras perderíamos? At 5:148:41211:2114:21


O impressionante crescimento da igreja, relatado no livro de Atos, não aconteceu de modo simples. Fortalecidos pelo Espírito Santo, e lembrando a promessa de sucesso feita por Jesus, os fiéis se envolveram em atividades que trouxeram esses resultados. Eles estavam concentrados no que desejavam alcançar e na melhor forma de realizar isso. Está relatado que, por meio da pregação do evangelho, multidões de homens e mulheres se converteram ao Senhor e foram batizadas como parte de seu processo de discipulado. Isso ressalta a importância de relatar os resultados e as atividades com tantos detalhes quanto possível. Na verdade, a Bíblia registra mais os resultados das atividades de testemunho e evangelismo do que os detalhes dessas atividades.

Os primeiros missionários iam a todos os lugares em que pudessem, pregando sobre Jesus e Seu reino. Devido aos resultados relatados e registrados, supomos que também apresentassem poderosos apelos aos seus ouvintes. Essas constantes pregações e apelos produziram resultados maravilhosos no crescimento da igreja, registrados no livro de Atos.


Quarta
Ano Bíblico: Jó 35–37


Relatórios e motivação


Quando falamos de motivação, estamos nos referindo às razões profundas pelas quais acreditamos nas coisas ou as realizamos. Isso também é verdade com relação aos relatórios. Quando relatamos, fazemos isso por uma razão ou algumas razões. Nossas razões poderiam ser simplesmente uma tentativa de convencer uma comissão a continuar financiando algum projeto. Ou poderíamos relatar de uma forma que convencesse as pessoas a interromper um programa ou a trocar os líderes. Se o conteúdo do relatório ou sua ênfase envolve informações selecionadas, talvez as decisões tomadas com base na avaliação de tais relatórios podem não ser as melhores. Assim, nossos relatórios precisam ser honestos e justos.

4. Os doze espias viram as mesmas coisas. Por que apenas dois deles reagiram de modo positivo? Que lição devemos tirar desse incidente para nós hoje? Nm 13:17-33


Embora Deus tivesse prometido que os filhos de Israel certamente podiam tomar a terra, alguns dos espias não tinham confiança. Josué e Calebe deram um bom relatório acerca da terra e sugeriram que fossem imediatamente para tomar posse (v. 30). Os outros que estiveram com eles quando espiaram a terra deram um relatório negativo, enfatizando os obstáculos para conquistá-la e sugerindo que voltassem para o Egito.

Ao elaborarmos relatórios, devemos considerar a vontade revelada de Deus e Suas bênçãos. Não devemos apenas relatar o sucesso que tivemos naquilo que fizemos, mas o sucesso que alcançamos quando cumprimos a vontade de Deus (Mt 7:21). Existe sempre a possibilidade de nos envolvermos com os padrões mais recentes de ministério evangelístico e medirmos nosso sucesso pela habilidade em implementar esses princípios, em comparação com outras igrejas. Quando relatamos nosso aparente sucesso, podemos estar mais interessados em parecer bem-sucedidos do que em buscar a vontade de Deus para nossa igreja e colocá-la em prática, por Sua graça.


Esse é um desafio para nossas igrejas hoje, quando parece que somos bombardeados por infindáveis “melhores” formas de evangelizar. No relatório dos espias, certamente Josué e Calebe também viam os obstáculos para conquistar a terra, mas conheciam também a vontade de Deus. Portanto, uma parte importante de seu relatório assegurou ao povo que certamente era possível tomar posse da terra. Por outro lado, os espias cujo pensamento não incluía reflexões sobre a vontade de Deus trouxeram um relatório completamente negativo, calculado para convencer o povo de que retornar ao Egito seria a melhor opção.


Quinta
Ano Bíblico: Jó 38–42


Dando glória a Deus


Algumas pessoas hesitam em apresentar relatórios bem-sucedidos porque pensam que isso pode ser uma forma de ostentação com base na realização humana. Na realidade, porém, por meio dos relatórios fiéis, Deus é glorificado e Sua igreja é fortalecida na fé e na determinação de continuar trabalhando para Ele. Embora seja verdade que, às vezes, alguém possa relatar com motivos indignos, isso não deve impedir os cristãos humildes de partilhar as coisas poderosas que Deus tem feito por intermédio deles e como os tem capacitado a ser para Ele testemunhas e evangelistas. Se feitos com humildade, entusiasmo e amor pelas pessoas, os relatórios podem encorajar grandemente os outros membros da igreja a se envolver também no trabalho de evangelismo e de alcançar pessoas.

5. Como os líderes e membros da igreja em Jerusalém reagiram ao relatório de Pedro sobre o trabalho entre os gentios? Os princípios revelados nessa passagem ainda são importantes para a igreja? At 11:1-18

Pedro e os outros que ousaram testemunhar e evangelizar fora dos círculos judaicos haviam sido criticados. Em seguida, no entanto, como resultado do relatório de Pedro à igreja em Jerusalém, as críticas cessaram e os outros cristãos judeus glorificaram a Deus.

De nossa perspectiva atual, não é fácil compreender as questões em jogo naquele tempo. Claro, o evangelho devia alcançar a todos, judeus e gentios, mesmo que chegasse primeiro aos judeus (Rm 1:16). Todos sabem disso. No entanto, no contexto do livro de Atos, o conceito das promessas da aliança se estendendo aos gentios exigiria uma grande mudança no pensamento judaico. Todavia, por causa dos relatórios sobre as bênçãos e atuação divina, os membros da igreja obtiveram nova compreensão do desejo divino de salvar todas as pessoas em todos os lugares. Na verdade, desde o início sempre havia sido plano de Deus salvar todos os que quisessem ser salvos (Ef 1:1-4Is 53:6Hb 2:9).


Provavelmente, em menos de dois minutos o leitor possa ler o relatório de Pedro em Atos 11:1-18. Podemos seguramente admitir que seu relatório, as perguntas que se seguiram e as respostas para cada uma delas teriam levado muito mais tempo. Além disso, embora Pedro se referisse a si mesmo ao longo do relatório, e ainda que alguns membros da igreja pudessem ter dito: “Muito bem, Pedro!”, toda a glória foi dada a Deus, e os líderes da igreja foram encorajados, quando tiveram maior compreensão de que a comissão evangélica ao mundo inteiro poderia se tornar realidade.


Sexta
Ano Bíblico: Sl 1–9


Estudo adicional


Como vimos nesta semana, outras pessoas precisam saber o que você está fazendo. Relatórios específicos, tais como índices de frequência e demonstrativos financeiros certamente são necessários. É igualmente importante que você apresente relatórios em concílios evangelísticos e comissões da igreja. Embora um relatório verbal possa tocar brevemente nos principais pontos, deve ser entregue um relatório escrito que contenha tantos detalhes quanto possível.

Essa informação não apenas manterá as pessoas interessadas em seu ministério, tornando mais fácil encorajar o envolvimento, mas melhorará diretamente a avaliação, o planejamento do futuro e a orientação.


Certifique-se de que seus relatórios estejam relacionados com os planos de evangelismo global da igreja. Explique como seu ministério é parte de uma estratégia que está contribuindo para a realização dos objetivos da igreja.


Desafie a si mesmo a respeito de sua motivação para relatar. Até que ponto você está centrado na vontade de Deus para sua igreja e na salvação das pessoas?


Perguntas para reflexão
1. Como apresentamos relatórios de “más notícias”? O que fazemos se um programa da igreja não está funcionando? Como isso deve ser discutido e examinado, para que sejam efetuadas as mudanças necessárias? Se atribuímos ao Senhor o sucesso no evangelismo, a quem devemos culpar se as coisas não estão indo tão bem?
2. Por mais que afirmemos dogmaticamente nossa crença de que o evangelho deve alcançar todo o mundo, de que forma nossos preconceitos culturais e sociais podem necessitar do mesmo tipo de mudança que ocorreu com os primeiros cristãos judeus?
3. Embora o contexto desta semana tenha sido sobre os relatórios das atividades evangelísticas, pense sobre o conceito de dar qualquer tipo de relatório, em qualquer tipo de situação. Como podemos ter certeza de que somos honestos e verdadeiros e não apresentamos as informações de uma forma que nos dê o que desejamos, independentemente de como nossas palavras são distorcidas? Por que é tão fácil enganarmos a nós mesmos enquanto agimos dessa forma?


Respostas sugestivas: 1. Relataram as ameaças recebidas; foi impelida a orar a Deus, suplicando poder para vencer a dificuldade; devemos avançar em oração. 2. Deram glória a Deus; a causa era a visão equivocada dos judeus; Paulo se submeteu aos rituais judaicos que não eram obrigatórios. 3. Crescia o número de crentes; iam por toda parte pregando; eram batizados; discípulos em Listra, Icônio e Antioquia. 4. Calebe e Josué tinham coragem e confiança em Deus; tinham a certeza da vitória sobre os inimigos porque o Senhor havia prometido. 5. Ficaram em paz, glorificaram a Deus; reconheceram a salvação aos gentios; precisamos conversar sobre as dificuldades no evangelismo.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Informativo Mundial das Missões – 09/06/12


Informativo Mundial das Missões – 09/06/12

Informativo Mundial das Missões – 09/06/12
Oi irmãos!
Segue o vídeo/áudio/texto desta semana da Carta Missionária. Como sempre falo e repito, Obrigado a todos que oram e divulgam nosso blog.
Um abraço e fiquem com Deus.
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fonte: www.daniellocutor.com.br

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Lição 10 – Uma resposta de amor, 2012





“Se vocês Me amam, obedecerão aos Meus mandamentos” (Jo 14:15).

Prévia da semana: O amoroso serviço de Cristo em nosso favor desperta em nós um amoroso relacionamento com Deus e é a base de nosso verdadeiro testemunho em favor de Seu amor por nós, refletido em nosso ministério a outros.

Leitura adicional: Mt 28:19, 20Mc 16:15Rm 1:161Jo 4:18, 19O Desejado de Todas as Nações, capítulo 86; Medicina e Salvação, p. 303, 304 (a partir de “Uma missão em cada cidade”); Testemunhos Para a Igreja, v. 7, p. 115; Evangelismo, capítulos 1 a 5

Domingo, 3 de junho
cpb - introdução

Não basta saber


Sendo cristão, você sabe de algo incrível: sabe que é pecador e precisa de um Salvador. Sabe que o Criador do Universo o ama e que enviou Seu único Filho para morrer e redimir você do pecado que o separa de Sua santidade. Você aceitou Cristo como seu Redentor e fez dEle o Senhor da sua vida. Mas é suficiente apenas saber e aceitar?

No fim de Sua vida na Terra, Jesus deu uma última ordem a Seus seguidores: “Vão e façam discípulos de todas as nações” (Mt 28:19). Ele os enviou para batizar e ensinar aos outros acerca dEle e sobre a maneira de segui-Lo. Isso não foi uma sugestão. As últimas palavras dEle não foram: “Agora, todos vocês sejam comportados, felizes e certifiquem-se de ser bons uns para com os outros.” Ele ordenou que eles saíssem e contassem aos outros sobre Ele. Apenas saber não é o bastante.


Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Paulo pergunta: “Como, pois, invocarão Aquele em quem não creram? E como crerão nAquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue?” (Rm 10:14). Você se lembra da primeira vez que ouviu acerca das boas-novas sobre Cristo? Pode ter sido um amigo ou colega de trabalho que o tenha levado até o Senhor. Talvez tenha sido um sermão pelo rádio ou um livro que o fez parar e pensar. Ou você pode ter crescido numa família na qual, desde cedo, seus pais lhe contaram sobre o amor de Deus.


De alguma forma, o evangelho chegou até você, e em quase todas as situações, uma pessoa estava do outro lado, fervorosamente compartilhando o amor de Cristo.


Como podemos guardar as maiores novas de nossa vida somente para nós mesmos? As novas não são nossas para guardá-las. Jesus morreu para trazer uma mensagem de amor. É nosso trabalho “sair” e espalhar essas boas-novas. Podemos começar hoje, agora mesmo! Comece em casa, no trabalho e na escola. O evangelismo mais efetivo acontece entre duas pessoas que se conhecem. Seus amigos e familiares precisam saber! Não assuma simplesmente que eles já sabem. A melhor parte desse trabalho é que Jesus estará conosco. Ele promete: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28:20).


Mãos à Bíblia

Embora os pais tenham um senso de responsabilidade pelo bem-estar de seus filhos, o amor é certamente a principal força motivadora. Eles fazem o que fazem porque amam. Esse ponto deve ser enfatizado repetidamente: fazemos as coisas para Deus porque O amamos e porque sabemos que Ele nos ama. Se quisermos que as pessoas trabalhem para Jesus, devemos ajudá-las a desenvolver uma conexão amorosa com Ele.

1. Que prejuízo o medo traz para o amor? Qual é o efeito do amor sobre o medo? 1Jo 4:18, 19

2. Que razões temos para amar e obedecer a Deus e trabalhar para Ele? Js 22:5Lc 7:41-43Jo 14:232Co 5:12-18


Ruth Abel – Columbia, Maryland, EUA

Segunda, 4 de junho
cpb - evidência

O que o amor tem a ver com isso?


João aborda os dois tópicos mais malcompreendidos na vida: amor e Deus. Todos nós já lutamos com um ou com dois desses tópicos, e João não perdeu tempo em conectá-­los um ao outro. Em seguida à destruição de Jerusalém (70 d.C.) e à morte de Tiago, Pedro e Paulo, João escreveu como alguém que aprendeu a amar independentemente das circunstâncias. Após a destruição de Jerusalém, os crentes foram espalhados entre as províncias de Roma. João escreveu-lhes para ajudá-los a lutar contra o desejo de ferir seus opressores.


A palavra “amor” aparece quatro vezes em 1 João 4:18 e 19; 18 vezes nesse capítulo; 33 vezes no livro de 1 João; e 311 vezes na Bíblia inteira. Contudo, 1 João 4 leva apropriadamente o título de “O capítulo do amor”. O verso 18 introduz um substantivo estranho ao livro inteiro de 1 João: “medo”. Esse substantivo aparece somente três vezes no livro de 1 João e todas essas ocorrências estão nesse verso. O medo e o amor são opostos excludentes. Isso pode ser deduzido apenas da contagem numérica de ocorrências dessas duas palavras em 1 João; mas o verso 18 expande sua incompatibilidade.


O perfeito amor lança, expulsa, extermina, desaloja, remove, despede o medo, porque o amor perfeito e o medo não podem coexistir. É por isso que um cristão que teme o julgamento ainda não foi aperfeiçoado no amor de Cristo e precisa crescer em sua compreensão desse amor sacrifical.


Quando se trata de evangelismo, cada um de nós precisa se esforçar para falar a verdade com amor. De outra forma, a verdade cairá em ouvidos surdos. Nosso objetivo não é assustar as pessoas pregando punição e condenação eternas, mas remover as escamas dos olhos daqueles que precisam ser ainda aperfeiçoados no amor de Deus. O verso 19 nos relembra de que amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro. Essa verdade deveria infundir em nós urgência para alcançar um mundo que morre, e levar-nos a ser pacientes enquanto vivemos nossa vida e revelamos aos outros o amor do Mestre.


Pense nisto

1. O que mais atrai as pessoas: sua demonstração de amor ou seu conhecimento de verdades doutrinárias? Dê uma razão para sua resposta.
2. Como você explicaria o plano da salvação sem assustar as pessoas com a realidade do pecado e do julgamento de Deus contra elas?


Mãos à Bíblia

Ao longo dos séculos, a culpa tem sido usada para motivar as pessoas à ação, inclusive para a ação missionária. Porém, a motivação sempre se torna prejudicial quando afasta a ênfase do que Deus fez e a coloca no que devemos fazer. Quando vamos a Cristo, não somos motivados pelo sentimento de culpa, porque ela é coberta pela justiça de Jesus.

3. Que padrão divino determina a culpa de todos os seres humanos? Por que Deus aponta nossa culpa? Rm 3:19, 20

4. Que princípio da lei confirma nossa culpa? Qual é o segredo para viver de acordo com a lei? Como explicar isso a um novo cristão? Tg 2:10; (ver também versos 8, 9)


Oluwakemi Ola – Ogun State, Nigéria

Terça, 5 de junho
cpb - exposição

O plano de Jesus para sua vida


A missão de Jesus (Is 53:6Lc 9:2319:10). Deus criou este mundo tendo em vista um plano perfeito. Diariamente, Ele andava no jardim com Adão e Eva e Se comunicava com eles face a face. Adão e Eva foram criados à imagem de Deus e, portanto, não tinham pecado. Não existia maldade que os separasse de seu Criador, até que o pecado deixou sua marca feia na face do novo mundo de Deus. Desde então, “todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos” (Is 53:6). Estamos separados de Deus pelo nosso pecado.

Jesus veio a este mundo com uma única missão: salvar-nos e redimir-nos dos nossos pecados. Ele veio para nos conduzir de volta ao plano de Deus. Ele descreve Sua missão desta maneira: “O Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lc 19:10).


Apesar de nossa rejeição deliberada ao plano de amor de Deus, Ele nos ama tanto que veio para tomar sobre Si mesmo todos os nossos pecados. Ele aceitou também nossa punição como Sua. Ele nos comprou de volta! Embora o sacrifício de Jesus seja um presente para todos, aqueles que o desejam precisam aceitá-lo. Quando alguém o faz, Jesus espera que essa pessoa faça duas coisas: (1) siga-O e (2) pare de se envolver em atos pecaminosos. Ele deixou claro na Palavra como deve ser nossa vida. Na verdade, assim como Jesus, cada um de nós tem sua própria missão a cumprir. Com o Espírito Santo habitando em nós, somos capazes de segui-Lo em tudo o que fizermos.


Uma ordem e a ferramenta para evangelizar (Mt 28:18-20Jo 16:5-11At 1:8). Quando Jesus retornou ao Céu, deixou esta ordem para os que O observavam: “Vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que Eu lhes ordenei” (Mt 28:18). Obedecer a esses comandos é parte da vida cristã. Nos dias que antecederam à crucifixão de Jesus, Ele passou tempo com os discípulos explicando-lhes sobre Seu retorno ao Céu. Eles estavam aflitos porque Jesus não mais estaria com eles. Ele os confortou dizendo-lhes que Sua partida seria benéfica ao trabalho evangelístico deles. Ele disse: “Eu lhes afirmo que é para o bem de vocês que Eu vou. Se Eu não for, o Conselheiro não virá para vocês; mas se Eu for, Eu O enviarei” (Jo 16:7). Então, pouco antes de Ele retornar ao Céu, prometeu novamente que o Espírito Santo viria até eles e assim seriam capazes de testemunhar para os outros (At 1:8).


O trabalho de evangelismo pode ser difícil, mas Jesus nos deu a ferramenta para fazê-lo. Essa “ferramenta” é o Espírito Santo.


Nossa missão (At 2:38). Conhecemos Jesus hoje por causa do trabalho que Seus discípulos realizaram para evangelizar o mundo. A mensagem que eles transmitiram aos outros desde a época deles até a nossa é a mesma que precisamos compartilhar. Pedro expressou de modo simples essa mensagem, quando escreveu: “Arrependam-­se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo” (Atos 2:38). Tudo de que precisamos para realizar a obra que Jesus nos deu para fazer é encontrado no Espírito. Pedro escreveu mais tarde que “Seu divino poder nos deu tudo de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude” (2Pe 1:3).


Às vezes, é fácil acharmos que somente os pastores ou evangelistas devem alcançar o mundo para Cristo, ou que precisamos participar de aulas especiais antes de sermos capazes de compreender Deus e falarmos aos outros sobre Ele. Contudo, Jesus nos dá essa habilidade por meio do Seu Santo Espírito habitando em nós. Nossos amigos, família, vizinhos, colegas de classe e de trabalho são aqueles com quem devemos compartilhar o amor de Deus. Devemos continuar a obra que os discípulos iniciaram dois mil anos atrás.


E os discípulos que conduzirmos a Cristo darão continuidade ao ciclo, contando a mais pessoas sobre Jesus. Cristo veio para buscar e salvar os que estavam perdidos. Nossa missão é buscar os perdidos e contar-lhes sobre Aquele que pode salvar.


Pense nisto

Reveja Mateus 28:19 e 20. Então responda às seguintes perguntas: (1) O que está envolvido em “ir”? (2) O que o batismo simboliza e por que é tão importante que alguém seja batizado quando aceita a Cristo? (3) Qual é o significado de ser batizado em nome das três pessoas da Trindade? (4) De que maneiras diferentes você pode ensinar as pessoas a obedecer? (5) Por que é importante lembrar que Jesus sempre estará conosco enquanto estivermos executando Sua ordem?


Mãos à Bíblia

5. Que ações manifestaram o amor de Jesus? Como podemos revelar em nossa vida os princípios demonstrados por Ele? Jo 15:13Rm 5:6-8

6. Que ação revela nosso amor a Deus? Como o Senhor confirma Seu relacionamento de amor conosco? Jo 14:21

O Senhor não quer que nos envolvamos no testemunho e evangelismo porque pensamos que temos uma dívida para com Ele. Ao contrário, Ele deseja que nossa conexão com Ele seja tão intensa que nos motive a fazer o que Lhe agrada e a estar em sintonia com as coisas que são importantes para Ele. O Senhor deseja que O amemos tanto que alcancemos as pessoas a quem Ele ama.


Ryan Abel – Columbia, Maryland, EUA

Quarta, 6 de junho
cpb - testemunho

Vamos ao resgate!


Um homem que cavava um poço foi, inesperadamente, soterrado. “Instantaneamente foi dado o alarme, e mecânicos, fazendeiros, comerciantes, advogados, correram ansiosamente para salvá-lo. Cordas, escadas e pás foram trazidas por mãos zelosas e cheias de boa vontade” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 31). Um cano foi baixado e, por ele, conseguiram contato com o homem. “É terrível aqui!” (Ibid), ele gritou. Encorajados, seus resgatadores perseveraram. Ellen White usou essa ilustração para nos ajudar a compreender o que significa sentir “aflição pelas pessoas”. O que levou essa gente – “mecânicos, fazendeiros, comerciantes e advogados” (Ibid) –, pessoas obviamente sem nenhuma experiência em escavação de poços, a resgatar aquele homem? O sofrimento humano desperta fortes emoções, incríveis atos de bravura e generosidade. Contudo, a maior crise humana é imperceptível para a maioria das pessoas – uma vida separada da Fonte da própria vida.

“Seria isso zelo e interesse demasiados, demasiado entusiasmo para salvar um homem? Certamente não era. Mas, o que é a perda da vida temporal em comparação com a da alma? Se a ameaça de perda de uma existência desperta no coração humano sentimento tão intenso, não deveria a perda de uma alma suscitar solicitude mais profunda em homens que professam compreender o perigo daqueles que se acham separados de Cristo? Não mostrarão os servos de Deus tão grande zelo em trabalhar pela salvação de pessoas como foi manifestado pela vida daquele homem soterrado no poço?” (Ibid, p. 32).


A visão de pessoas sem esperança e necessitando da certeza do amor de Deus é motivo suficiente para compartilharmos as boas-novas com elas. Contudo, a motivação de fazê-lo vem de compreender algo ainda maior. “À luz do Calvário se patenteará que a lei do amor que renuncia é a lei da vida para a Terra e o Céu; que o amor que ‘não busca os seus interesses’ (1Co 13:5) tem sua fonte no coração de Deus, e que no manso e humilde Jesus se manifesta o caráter dAquele que habita na luz inacessível ao homem” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 20).


Foi amor que levou Jesus a trocar o Céu pelo Calvário para que fôssemos salvos. Para compartilharmos essa salvação com outros, somente isto será necessário: amor abnegado.


Mãos à Bíblia

No vocabulário cristão, a palavra “legalismo” descreve a atitude dos que acreditam que sua obediência a Deus fará com que Ele os justifique. Uma religião legalista faz com que o indivíduo se concentre no desempenho pessoal (e muitas vezes no desempenho dos outros) e não na comissão evangélica. Isso é uma armadilha que precisa ser evitada.

7. Que grande equívoco a respeito da salvação é tão predominante na mente das pessoas? Somos influenciados por esse tipo de pensamento? Por que é tão fácil ser envolvido por ele? Rm 10:1-411:5, 6Gl 2:16

8. Qual é a obra fundamental na vida do cristão? A verdade sobre essa obra reforça a verdade sobre a salvação pela fé? Você manifesta essa crença, especialmente quando ninguém está observando? Jo 6:28, 29


Paul A. Samuel – Berrien Springs, Michigan, EUA

Quinta, 7 de junho
cpb - aplicação

Missão de amor


Imagine namorar alguém que precise ser constantemente lembrado de que está em um relacionamento. Talvez sua amada tenha se esquecido de apresentá-lo a alguns conhecidos dela com quem vocês se encontraram no restaurante. Ou, pior ainda, sua ligação é sempre interrompida quando alguém se intromete diariamente nela. Mais cedo ou mais tarde, não existirá mais um relacionamento sobre o qual falar. Nesta semana, estamos nos concentrando no efeito que o amor causa no testemunho e no evangelismo. Nosso relacionamento com Cristo naturalmente nos compele a testemunhar. Nossa motivação se concentra em nosso amor por Deus e pela humanidade perdida. Então, vamos explorar algumas dicas para preservar essa missão de amor.

Mantenha-se conectado. É impossível exagerar na necessidade óbvia de oração e estudo pessoal da Bíblia. Uma vez que apreciemos quem é Deus e o que Ele faz, desejaremos conhecê-Lo melhor. Quanto mais comunhão tivermos com Ele, mais o amor divino encherá nosso coração com o desejo de alcançar pessoas perdidas.


Compreenda a mensagem. Os adventistas do sétimo dia possuem uma mensagem única para compartilhar. É uma “canção” que nenhuma outra denominação está cantando. Reveja Apocalipse 14:6-12 e tente compreender o significado das três mensagens angélicas.


Aja naturalmente. Quando você tem um trabalho pelo qual é apaixonado, não é difícil falar sobre isso. A mesma coisa acontece com o testemunho. Quando você está realmente apaixonado por Cristo, seu trabalho consiste em crer e falar dAquele que o enviou (Jo 6:28, 29). Compreender por que você é chamado a testemunhar tira a pressão de como testemunhar. Com o passar do tempo, testemunhar se torna uma ação natural. Quer seja em viagens para regiões distantes no mundo, deixando folhetos em banheiros públicos ou testemunhando por meio de atos de serviço, sua vida estará sincronizada com o evangelismo. Os descrentes esperam mais do que uma série de lições de moral; eles estão buscando pessoas cujas ações falem mais alto que as palavras.


Elimine o medo. O perfeito amor elimina o medo (1Jo 4:18, 19). Frequentemente, começamos com ótimas intenções, ou algumas vezes nossos esforços para testemunhar são massacrados pelo medo, culpa e vergonha. Se você se sentir frustrado e estressado a respeito de seu evangelismo, pergunte a si mesmo por que está fazendo o que você está fazendo. Se o evangelismo equivale a nervos ansiosos ou angustiados, você precisa reavaliar a fonte de sua motivação.


Mãos à Bíblia

O obreiro eficiente para Deus é aquele que entrega o passado a Ele e aceita Seu poder para operar no presente e no futuro. Em outras palavras, os que são libertados por Cristo podem ser Seus servos.

9. O que Paulo, Timóteo, Tiago e Simão Pedro queriam dizer quando declararam que eram servos de Deus e de Jesus Cristo? Como devemos aplicar essa ideia em nossa vida? Fp 1:1Tg 1:12Pe 1:1

10. De qual tipo de servidão precisamos ser libertados? Qual é o caminho para a liberdade? Jo 8:34-36


Janice Antoinette Becca – Houston, Texas, EUA

Sexta, 8 de junho
cpb - opinião

“Não me envergonho”


Evangelismo. É uma das partes mais importantes do cristianismo. No entanto, é uma das mais negligenciadas. Com frequência, participamos de estudos bíblicos, seminários proféticos e outros tipos de encontros que promovem nossa própria educação religiosa. Isso é importante para o crescimento pessoal em Cristo, mas o que mais estamos nos esquecendo de fazer? “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas’” (Mc 16:15). Simples assim.

Contudo, tantas vezes nos pegamos tentando obter treinamento que nos esquecemos da coisa mais importante que podemos fazer: compartilhar com outros o que aprendemos, pois lhes falta o conhecimento do que Deus tem para eles.


Recentemente, ensinei numa classe da Escola Sabatina, e o assunto era evangelismo. Falei sobre o fato de Deus ter dado a Jonas uma mensagem específica para compartilhar. No entanto, ele estava relutante em fazê-lo. Perguntei aos membros da classe o que os levaria a não compartilhar a mensagem de salvação com outros. Uma pessoa respondeu: “Tenho medo de ser visto como ‘mais santo que você’, e não sei bem como falar a alguém sem parecer crítico.” Outros disseram que pararam de testemunhar porque conheciam certas pessoas que rejeitariam o que iriam dizer.


Penso que a pergunta-chave que precisamos fazer a nós mesmos é parecida com esta que fiz na Escola Sabatina: Por que estamos hesitantes em evangelizar? Primeiro, precisamos chegar à raiz do nosso problema. Depois podemos descobrir como deixar Deus trabalhar conosco, apesar de nosso medo ou falta de estímulo. Também, com frequência, pensamos que as pessoas não irão dar atenção, não se importarão e desprezarão o que temos a dizer. Precisamos substituir esses pensamentos com a verdade de que é por meio do poder de Deus que a salvação é dada, e, então, não devemos ter vergonha (Rm 1:16). Por nós mesmos não podemos fazer nada. Deus é quem abre o coração e a mente dos outros.


Mãos à obra

1. Produza um vídeo curto para o YouTube e convide as pessoas para seu pequeno grupo jovem ou para as reuniões da igreja.
2. Crie uma camiseta ou boné para o próximo programa de evangelismo de sua igreja. Consiga apoio para fazer uma grande quantidade deles e distribua-os para os líderes, auxiliares e demais pessoas que estiverem envolvidas.
3. Levante fundos para uma viagem missionária local com seu grupo de jovens. Descubra o que precisa ser feito em sua parte do mundo e organize uma viagem missionária para suprir essa necessidade. Arrecade fundos vendendo produtos usados, fazendo pães e bolos, lavando carros, etc. 
4. Que tal evangelizar uma cidade próxima que não tenha a presença adventista?
5. Faça uma lista de pelo menos dez formas diferentes para se fazer evangelismo. Com um amigo, escolha uma ou duas formas e “mãos à obra”!
6. Visite o site da Missão Adventista em www.adventistmission.org para conhecer a maneira pela qual a Igreja Adventista do Sétimo Dia está fazendo discípulos ao redor do mundo.


Hannah Goldstein – Sykesville, Maryland, EUA

sexta-feira, 1 de junho de 2012

SÁBADO MISSIONÁRIO DA MULHER ADVENTISTA


Informativo Mundial das Missões – 2/06/201226


Informativo Mundial das Missões – 2/06/2012



Informativo Mundial das Missões – 02/06/2012

Olá amigos!
Trago, apesar do atraso, o vídeo do Informativo Mundial das Missões desta semana. 
Um abraço e fiquem com Deus.
(ATENÇÃO: Para salvar clique com o botão direito do mouse em cima do “Clique Aqui” e escolha na opção “Salvar Destino Como” ou “Salvar Link”)
Vídeo com Alta Resolução (42,3 mb): Clique Aqui
Vídeo com Boa Resolução (27,6 mb): Clique Aqui
Vídeo com Baixa Resolução (11,4 mb): Clique Aqui
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TextoClique Aqui
Assista o vídeo com alta resolução, basta clique no PLAY:

fonte: www.daniellocutor.com.br